quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Filosofia nos desenhos animados!

Ir atrás do rebanho, inconscientemente, pode não ser a melhor atitude. Só porque toda a gente faz não quer dizer que esteja certo.
Pensem!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Ser criança...



Enquanto não chegava o jantar estas duas crianças treinam os seus passos.
Não me pareceu que se estivessem preocupados com quem estava a olhar e muito menos para as "figuras" que estavam a fazer...
Estavam a divertir-se, e a crescer de maneira saudável.
Não é bom ser criança? Deus as abençoe!

Best friends

Putchi e o seu amigo na brincadeira. Porque é que nós não conseguimos ter uma vida assim de calma?


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Até sempre Vega!


Morreu hoje o melhor cão do mundo.
Um Praceta Terrier da melhor espécie, com 17 anos! Até ao último minuto um cão super meigo, inteligente e digno.
Veguinha não se sei se no céu dá para ter cães, mas se der, eu vou fazer para ir para lá só para estar contigo.
Despeço-me com esta foto que assim te via muitas vezes. A guardar as minhas bikes e a controlar quem passava no nosso território.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Gostava de tentar fazer uma casa destas



Parece-me um projecto muito interessante. Uma boa alternativa para quem acha que uma casa de menos de 100.000 euros não presta!!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Leonor



O cantar dos passarinhos e a vida no campo


Venho para o campo com a minha avó e enquanto ela trata das coisas dela eu lavo o carro e aproveito o resto do tempo para escrever.

Sinto-me alerta e consigo distinguir muita coisa que antes nem dava por isso. Será que é isto que os filósofos chamam de caminho para a felicidade? Poder parar e escutar e observar a natureza? Gosto cada vez mais do campo em detrimento da vida em sociedade, hipócrita, consumista, egocêntrica e falsa.

 Há um passarinho que tem um cantar distinto, que me faz lembar uma turma de crianças cada uma com o seu apito. Tento avistá-lo mas não consigo. Se aqui estivesse o meu amigo Jesus, certamente ele me diria que pássaro era.

Sinto-me hoje como o senhor Palomar, ao não conseguir reconhecer um pássaro através do seu canto.
"O novo saber que o género humano vai adquirindo não compensa o que saber que se propaga apenas pela transmissão oral directa, o qual, uma vez perdido, nunca mais se pode readqurir e retransmitir". 
Italo Calvino

sexta-feira, 26 de junho de 2015

A Pilar sobre os ciúmes.

Os ciúmes são uma perversão? Quem é que já não os teve?


Do livro José e Pilar. Conversas inéditas. 

sábado, 13 de junho de 2015

Os sermões do Meu Pipi



Foi com alguma tristeza que verifiquei que o segundo livro do Pipi, cujo primeiro livro está ao lado dos do Saramago, não está tão bom como o primeiro. 

Mantém a ordinarice e a boa escrita, mas com menos piada. Não é que seja mau, mas dado o nível do primeiro, este fica um pouco atrás, tanto que até o meu irmão disse ir podia ficar com ele. 

Agora resta-me esperar pelo terceiro mas com expectativas muito mais reduzidas. 

As expectativas é que nos tramam.... Não nos deixam viver o presente. 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Notes from “As vinhas da ira” by John Steinbeck


27 de Maio de 2015
19

…regressavam aos lugares de onde tinham vindo, e outros rebelavam-se e eram assassinados ou deportados. E as propriedades cresciam e diminuía a quantidade de proprietários.

All Excerpts From

Steinbeck, John. "As vinhas da ira." Editora Record. iBooks.
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terça-feira, 19 de maio de 2015

Acabadinho de ler.

Muito interessante. Gosto muito da parte em que se refere aos políticos e à sua real capacidade de resolver os nossos problemas ...

Baseia-se na ideia que um agrupamento de pessoas normais escolhidas aleatoriamente podem de facto tomar melhores decisões di que os políticos profissionais. 


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Notes from “As vinhas da ira” by John Steinbeck


15 de Maio de 2015
14

As causas escondiam-se bem no fundo e eram simples — as causas eram a fome, a barriga vazia, multiplicada por milhões; fome na alma, fome de um pouco de prazer e de um pouco de tranquilidade, multiplicada por milhões; músculos e cérebros que queriam crescer, trabalhar, criar, multiplicados por milhões. A última função clara e definida do homem — músculos que querem trabalhar, cérebros que querem criar algo além da mera necessidade — isto é o homem.

All Excerpts From

Steinbeck, John. "As vinhas da ira." Editora Record. iBooks.
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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Lindo documentário

Considero hoje em dia, que a vida em sociedade é mais dura que o isolamento...
Mesmo assim considero que há muitas lições a retirar deste pequeno documentário sobre os ascetas na Índia, em como renunciaram a tudo para encontrar Deus e a paz...




Varanasi, India: "Beyond" from Cale Glendening on Vimeo.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Como é importante dizer o quanto gosto de ti!


Ya Lo Sabes
Antonio Orozco

Qué bonito es entender
Que no consiga imaginarme sin tú amor, ya ves,
qué bonito es.

Qué bonito es entender
Que cada paso que tú des también yo lo daré, ya ves,
sin preguntarte.

Los silencios nunca quieren ser
Los que guarden tanto que perder,
lo que no se puede ver, ya ves,
que no lo quieren ser.

El destino tiene miedo de saber
dónde irá parar el tren,
dónde irá a caer.
no lo puedes ver, ya ves,
que no lo deja ver.

Y ya lo sabes, corazón, que no hay más gritos que esta voz,
y va tan fuerte que también se asusta el aire.

Y por el aire te daré lo más difícil de tener,
la confianza que tú a mí me regalaste.

Qué difícil es saber
cómo escapar de cada noche en la que tú no estés.
Qué difícil es.

Qué difícil es tener
lo más sencillo y conservarlo bien, ya ves,
También me lo enseñaste.

El principio siempre quiere ser
el que diga cómo debe ser,
porque tiene tanta fe, ya ves,
el tiempo va al revés.

No hay ni un día en que no quiera ser,
ni un segundo en el que no aprender,
ni un minuto más de ayer, no toca perder.

Y ya lo sabes, corazón, no hay más gritos que esta voz,
y va tan fuerte que también se asusta el aire.

Y por el aire te daré lo más difícil de tener,
la confianza que tú a mí me regalaste.

Qué bonito es entender.
Qué bonito es saber de ti.

Qué bonito es entender.
Qué bonito es saber de ti, amor.


Adoro este poema!!!


A escritora Gabriela Mistral, chilena e vencedora do Prémio Nobel e escreveu este poema, romântico e simples... assim deveria ser tudo na vida!!



DAME LA MANO



Dame la mano y danzaremos;

dame la mano y me amarás

Como una sola flor seremos,

como una flor, y nada más.





El mismo verso cantaremos,

al mismo paso bailarás.

Como una espiga ondularemos,

como una espiga, y nada más.



Te llamas Rosa y yo Esperanza;

pero tu nombre olvidarás,

porque seremos una danza

en la colina, y nada más.

domingo, 19 de abril de 2015

Dá tempo ao tempo

Sexta-feira, 17 de abril: A humildade cristã não é masoquismo mas amor – esta a principal mensagem da homilia do Papa Francisco na Missa na Capela da Casa de Santa Marta.

Partindo da leitura dos Atos dos Apóstolos proposta pela liturgia do dia, o Santo Padre referiu que os Apóstolos estavam perante o Sinédrio acusados de pregarem o Evangelho. Todavia, um fariseu, de nome Gamaliel, toma a palavra e propõe que sejam libertados com o argumento de que se a mensagem que pregam for de origem humana seria destruída, o que não aconteceria se viesse de Deus. O Sinédrio aceita a sugestão e dá algum tempo ao assunto:

“Dá tempo ao tempo. Isto serve para nós, quando temos maus pensamentos contra os outros, maus sentimentos, quando temos antipatia, ódio, não os deixar crescer, parar, dar tempo ao tempo. O tempo mete as coisas em harmonia e faz-nos ver o justo das coisas. Mas se tu reages no momento da fúria, seguramente, que serás injusto. E faz mesmo mal a ti próprio. Este é um conselho: o tempo, o tempo no momento da tentação.”

A atitude de parar significa dar tempo ao Espírito Santo, para que nos ajude a chegar à paz. Tal como os Apóstolos, no episódio relatado, que são flagelados e saem do Sinédrio contentes por terem sido ultrajados em nome de Jesus:

“O orgulho dos primeiros leva-te a querer matar os outros, já a humildade, também a humilhação, levam-te à semelhança com Jesus. E isso é algo que nós não pensamos. Neste momento, em que tantos irmãos e irmãs são martirizados em nome de Jesus, eles estão neste estado, têm neste momento a felicidade de sofrer insultos, inclusive a morte, pelo nome de Jesus. Para fugir do orgulho dos primeiros, há somente o caminho de abrir o coração à humildade, e a ela jamais se chega sem a humilhação. Esta é uma coisa que não se entende naturalmente. É uma graça que devemos pedir.”

A graça “da imitação de Jesus” – concluiu o Santo Padre – é uma imitação testemunhada não somente pelos mártires de hoje, mas também por aqueles “tantos homens e mulheres que sofrem humilhações todos os dias pelo bem da própria família” e “fecham a boca, não falam, suportam por amor de Jesus”:

“E esta é a santidade da Igreja, esta alegria que dá a humilhação, não porque a humilhação é bela, não, isso seria masoquismo. Porque com aquela humilhação imita-se Jesus. Duas atitudes: a do fechamento que leva ao ódio, à ira, a querer matar os outros; e a da abertura a Deus no caminho de Jesus, que faz receber as humilhações, inclusive as mais fortes, com esta felicidade interior porque estamos certos de caminhar na estrada de Jesus.” 

domingo, 12 de abril de 2015

From bees with ️Love

Esta entrou dentro da máscara... Que aflição ....

Passadas umas horas ...

No outro dia de manhã ...


terça-feira, 31 de março de 2015

segunda-feira, 30 de março de 2015

Deixei a gopro junto à entrada da colmeia e fiz este pequeno video, ver em HD!!


Será que encontramos o segredo da longevidade?



Mulheres de 40 anos com aparência de adolescentes, outras dão à luz aos 65 e maioria das pessoas vive mais de 110 anos. Conheça os Hunza, o povo que "não envelhece".


O vale do rio Hunza, na fronteira com a Índia e o Paquistão, é chamado de "oásis de juventude", e não é em vão: os habitantes da região vivem até 110-120 anos, quase nunca ficam doentes e possuem uma aparência muito jovem.


O povo de Hunza destaca-se em muitos aspectos entre as nações vizinhas tanto que fisicamente lembram os europeus e falam sua própria língua-o burushaski- que é diferente de qualquer outra no mundo, e professam um Islã especial, o ismaelita, informa o site Marketium.





No entanto, o mais surpreendente desta pequena nação situado entre as serras da região é a sua notável capacidade de manter sua juventude e saúde: os hunza banham-se em água gelada, mesmo a 15 graus abaixo de zero, jogam jogos desportivos, inclusive após os 100 anos, mulheres 40 anos parecem adolescentes e de 65 dão à luz. No verão, comem frutas e vegetais crus; no inverno, damascos secos, brotos de feijão e queijo de ovelha.


O médico escocês Robert McCarrison, que foi o primeiro a descrever o 'Vale Feliz', enfatizou que os Hunza consomem quase nenhuma proteína. Um dia, em média, comem 1.933 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidratos.


De acordo com as conclusões de McCarrison, precisamente a dieta é o principal fator da longevidade desta nação. Por exemplo, as nações vizinhas, que vivem nas mesmas condições climáticas, mas não comem adequadamente, sofrem de uma variedade de doenças e têm uma expectativa de vida 2 vezes mais curta.


Outro especialista, R. Bircher, destacou os seguintes benefícios do padrão alimentar dessa nação incrível: é vegetariano, tem uma grande quantidade de alimentos crus, frutas e vegetais predominam na dieta, os produtos são totalmente naturais e têm períodos regulares de jejum.


Sobre o segredo de sua longevidade, o povo de Hunza recomendam manter uma dieta vegetariana, trabalhar e estar em constante movimento. Entre outros benefícios desta forma de vida, figuram a alegria incluem - os hunza sempre estão de bom humor - e controle dos nervos, não conhecem o stress.


Vale de Hunza com riacho vindo das montanhas geladas

Povo do Vale de Hunza


Este povo está situado nas montanhas do Himalaia no extremo norte da Índia, onde se juntam os territórios de Caxemira, Índia e Paquistão. São apenas 30 mil habitantes em um vale paradisíaco com 2500 mil metros de altitude, nas montanhas do Kush Hindu.


Vale de Hunza com as montanhas geladas e o córrego proveniente das geleiras.


A região onde vive os Hunza é chamada de “Oasis da Juventude”. Seus habitantes amigáveis e hospitaleiros quase nunca ficam doentes, eles aparentam serem muito mais jovens do que realmente são e lá processo de envelhecimento parece caminhar mais lento. Inclusive pessoas com 100 anos disputam partidas a céu aberto. Não é raro os anciões atingirem os 130 anos e alguns deles os 145 anos, segundo Chrisitan H Godefroy autor do livro ”Os Segredos de Saúde dos Hunzas”.

Foi um médico escocês, Mac Carrisson que descobriu esse povo e com ele conviveu por 7 anos. Primeiramente constatou que os Hunzas eram dotados de uma saúde excepcional. Parece que eram imunizados contra as doenças modernas principalmente o câncer e o infarto do miocárdio e que não conheciam a palavra, doença. De fato, eles estão resguardados da artrite, varizes, obstipação intestinal, úlceras gástricas, apendicites e o mais surpreendente é que as crianças não apresentam caxumba, sarampo ou varicela e a mortalidade infantil é muito baixa. Não é raro ver os Hunzas de 90 anos procriarem e as mulheres com mais de 80 anos passarem por mulheres ocidentais com 40 anos, isto se estiverem em plena forma.


O Dr. Mac Carrisson referiu ter encontrado mulheres Hunza “com mais de 80 anos que executavam, sem a menor aparência de fadiga, trabalhos físicos extremamente árduos durante horas. Vivendo nas montanhas, elas são obrigadas a subir desníveis consideráveis para realizar as suas tarefas quotidianas. Além disso, mesmo em idade avançada as mulheres Hunza permanecem esbeltas e têm um porte de rainha, caminhando com agilidade e elegância. Elas não conhecem a existência da palavra dieta e ainda menos a da obesidade. A celulite também não tem qualquer significado para elas. Os homens são igualmente surpreendentes devido à resistência e vigor, apesar da idade”.

Segundo o livro acima citado, a regra de base da alimentação desse povo é a frugalidade: “Uma frugalidade que não seria excessivo qualificar de extrema.


Os Hunza só tomam duas refeições por dia. A primeira refeição é ao meio-dia. Ora como os Hunza se levantam todas as manhãs por volta das cinco horas, isto pode surpreender-nos, a nós que estamos habituados a tomar almoços copiosos, embora a nossa vida seja essencialmente sedentária. Os Hunza conseguem realizar os seus trabalhos árduos de agricultura durante toda a manhã com o estômago vazio”.




É interessante comentar que a atividade física ou exercício feito em jejum proporciona os maiores efeitos de indução enzimática das enzimas antioxidantes, SODCu-Zn citoplasmática e a SODMn mitocondrial, entretanto devemos salientar que o aumento da capacidade antioxidante não proporciona longevidade de 110- 120 anos.


Já a frugalidade, com uma restrição calórica de 30% é a única maneira provada na literatura médica de bom nível de aumentar a expectativa de vida de mamíferos.

Ainda de acordo com o livro de Godefroy, “Os Hunza alimentam-se principalmente de cereais, incluindo a cevada, o milho miúdo, o trigo mourisco e o trigo candial (novo). Consomem igualmente, com regularidade, frutas e legumes que, de um modo geral, comem frescos e crus ou cozidos apenas muito ligeiramente.




Entre os seus frutos e legumes prediletos, contam-se a batata, as ervilhas, o feijão, a cenoura, o nabo, a abóbora, o espinafre, a alface, a maçã, a pêra, o pêssego, abricó (apricot), as cerejas e as amoras. O caroço do abricó é particularmente apreciado e sempre presente na mesa dos Hunza. Eles consomem a amêndoa do caroço do abricó ao natural ou extraem-lhe o óleo através de um processo transmitido de geração em geração.


O leite e o queijo são para os Hunzas uma importante fonte de proteínas animais. Quanto à carne, não é completamente banida da mesa, mas só é consumida em ocasiões raras, por exemplo, em casamentos ou em festas, e mesmo aí as porções são extremamente reduzidas. A carne é cortada em pequenos bocados e cozida muito lentamente. É rara a carne de vaca e a de carneiro, já que a de criação é mais acessível. Mas o que é mais importante reter é que, sem serem totalmente vegetarianos, os Hunzas, em grande parte devido a razões exteriores, não concedem lugar à carne no seu menu quotidiano”.


O iogurte ocupa, tal como os legumes, um lugar importante na alimentação. Não foram somente os Hunza que compreenderam as propriedades do iogurte. Os Búlgaros, que são grandes adeptos do iogurte, contam na sua população mais de 1666 nonagenários por milhão de habitantes. No ocidente, temos apenas nove nonagenários por milhão de habitantes. A diferença, que é considerável, dá o que pensar e incentiva certamente o consumo de iogurtes. Entretanto, nonagenários com doenças é muito diferente do que estamos tratando aqui.


“As nozes, as amêndoas, as avelãs e os frutos ocupam um lugar importante no menu Hunza. Acompanhados de frutas ou de verduras, por exemplo, na salada, constitui para eles uma refeição completa. Não se pode falar devidamente da alimentação do povo Hunza sem fazer referência a um alimento que é a sua base, ou seja, um pão especial chamado chapatti. Os Hunzas comem este pão em todas as refeições. Os especialistas acreditam que o consumo regular deste pão especial tem influência no fato de um Hunza de 90 anos ainda conseguir fecundar uma mulher, o que, no Ocidente, não passaria de uma fantástica proeza. O chapatti contém realmente todos os elementos essenciais, pois na sua composição entram a farinha de trigo integral, incluindo o gérmen da semente e as farinhas de cevada, de trigo mourisco (sarraceno) e de milho miúdo”


No livro de Godefroy encontramos a receita deste pão, alimento indispensável na mesa deste povo. “As quantidades que indicamos dão para dez doses. A preparação não é muito demorada, exigindo menos de uma hora. Em primeiro lugar, obtenha grãos de moagem recente. Uma mistura de 250 gramas de trigo candial (novo) e de trigo sarraceno dá excelentes resultados nas seguintes proporções: 1/3 de trigo candial e 2/3 de trigo sarraceno, ou seja, no caso que apresentamos, cerca de 80 gramas de trigo candial e 170 gramas de trigo sarraceno, meia colher das de café de sal grosso e 100 gramas de água. Comece por misturar o sal com a farinha. Acrescente lentamente a água, misturando bem para obter uma mistura homogênea, sem grumos. Logo que acabe de colocar toda a água, trabalhe a massa sobre uma superfície enfarinhada, até ela deixar de se colar aos dedos. Embrulhe-a num pano úmido e deixe-a em repouso durante meia hora.


Em seguida faça bolas de cerca de 4 cm de diâmetro e calque-as de modo a formar uma espécie de bolachas muito finas. Coze-las em fogo brando, sobre grelha fina ligeiramente untada. Vire-as a meio da cozedura. O chapatti pode ser servido de diversas maneiras, com queijo, compotas, mel...”


“É importante ressaltar que para o povo Hunza não existe a aposentadoria, as pessoas mesmo com idade avançada, além do respeito com que são tratadas continuam as suas atividades com alegria e disposição. Os idosos são alvo de uma grande admiração por parte dos jovens. Em vez de interromperem bruscamente as suas atividades, eles optam por modificar gradualmente a natureza das mesmas, o que, de resto, não os dispensa sequer das atividades físicas às quais se entregam até uma idade avançada”, segundo o livro referência.


Infelizmente o autor não lança nenhuma hipótese para o que está acontecendo em Hunza, exceto o nobre convite para nós ocidentais imitarmos o quanto possível a alimentação e o estilo de vida deste povo. Como já ressaltamos dieta ou estilo de vida não explica a grande longevidade sem doenças encontradas nestas regiões, entretanto, esses preceitos são de enorme importância para uma vida com saúde.




Chrisitan H Godefroy autor do livro ”Os Segredos de Saúde dos Hunzas”.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Boas dicas para estacionar
dedicado às minhas amigas!


Novamente o Ego e as mãos...

Em Novembro do ano passado já tinha falado sobre este senhor mas agora aqui fica o video para rever as vezes que forem necessárias para que nos lembremos que muito do nosso sofrimento e inquietãção vem do Ego!


quinta-feira, 26 de março de 2015

O viajante e o bom samaritano

Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores que, depois de o despojarem e encherem de pancadas, o abandonaram, deixando-o meio morto. Por coincidência, descia por aquele caminho um sacerdote que, ao vê-lo, passou ao largo. Do mesmo modo, também um levita passou por aquele lugar e, ao vê-lo, passou adiante. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão. Aproximou-se, ligou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho, colocou-o sobre a sua própria montada, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte, tirando dois denários, deu-os ao estalajadeiro, dizendo: ’Trata bem dele e, o que gastares a mais, pagar-to-ei quando voltar.’



Um viajante anónimo, só e indefeso, é espancado e abandonado. Duas passas passam por ele e deixam-no entregue ao seu destino. Por que é que o sacerdote e levita não pararam? Estariam com medo? Pensaram que o homem estava já morto, e, assim, impuro? A estrada de Jerusalém a Jericó tinha 25 quilómetros de comprimento. Atravessava uma região praticamente inabitada e era conhecida pelos seus malfeitores. Quem não teria medo? Em oposição, o samaritano parece totalmente despreocupado. Enche-se de compaixão pelo que vê. O texto expressa o dilema que todos experienciamos: estar encurralado entre as nossas boas intenções e os nossos medos.


E quantas vezes somos mal interpretados? Quando queremos simplesmente ser bons e ajudar?


A vida é uma luta constante, em sua grande parte porque vivemos rodeados de pessoas.