segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sinais da Crise!

A crise veio mesmo para ficar! Depois de ultrapassada a taxa de desemprego de 10% , repare-se na espessura do caderno Emprego do Expresso desta semana. 4 folhinhas !!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Reclamação Banco Popular - quero ver como é que isto vai ficar...


Caros Srs.

Venho por este meio pronunciar o meu mais profundo desagrado com a situação que explicarei de seguida.

No dia 10-8-2009 dirigi-me ao vosso balcão de Olhão para acabar de vez com as comissões de manutenção. Informaram-me que bastaria ter um saldo médio superior a 750 euros. Conversando com um funcionário da agência subscrevi uma aplicação financeira Eurovida Valor 20 Petróleo no valor de 800 euros, tendo o mesmo funcionário garantido que esses valores contariam para o saldo médio da conta.

Qual o meu espanto agora que vejo essa comissão de manutenção cobrada novamente.
Gostaria que esta comissão fosse retirada e devolvida porque agi conforme me informaram na agência. Sinto-me enganado mais uma vez, e sinceramente fico cansado em ter um banco em que não posso confiar.

Sinceramente espero um bom desfecho para este caso, porque não está aqui em causa os 17 euros mas sim a confiança institucional que deve ser projectada por um banco da vossa dimensão.

Obrigado pela atenção.

Lino Nunes

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Não tarda isto deixa de ser noticia... já são tantos...

ECONOMIA - PUBLICO.PT
Antigos gestores dos CTT acusados de lesar a empresa em 13,5 milhões de euros
11.12.2009 - 07h14
Por António Arnaldo Mesquita, Luísa Pinto
Pedro Cunha (arquivo)
A venda do edifício da empresa em Coimbra está no centro do processo
O Ministério Público (MP) acusou 16 arguidos do inquérito relacionado com actos de gestão dos CTT entre os anos de 2002 e 2005, quando a administração da empresa era liderada por Carlos Horta e Costa.

O gestor é acusado da prática de sete crimes (um de administração danosa e seis de participação económica em negócio). Em causa estão crimes que geraram prejuízos de 13,5 milhões de euros, segundo a acusação.

Os magistrados arquivaram os crimes de prevaricação em que estavam indiciados autarcas de Coimbra, entre eles o presidente da câmara, Carlos Encarnação, e ilibaram de responsabilidades criminais membros do conselho de administração dos CTT.

Além de Horta e Costa, o MP acusou dois ex-administradores dos correios, Manuel Baptista e Gonçalo Ferreira da Rocha. A Baptista imputou cinco crimes de participação económica em negócio e um de administração danosa, ao passo que Rocha está acusado por um crime de corrupção passiva para acto ilícito e outro de administração danosa. Para os três ex-gestores dos CTT, o MP propõe a pena acessória de proibição do exercício de funções como titular de cargo público.

A acusação relaciona-se com diversos actos de gestão praticados pelos ex-administradores. Entre eles, a alienação do edifício dos CTT de Coimbra, com perda de 5,1 milhões de euros, a contratação de duas consultoras (4 milhões de euros), a remodelação das lojas dos CTT (1,6 milhões) e o contrato com a Rentilusa (do grupo BPN - 2,7 milhões de euros).

No caso da alienação do edifício de Coimbra, os CTT receberam 14,8 milhões de euros das empresas do grupo TramCroNe, que, de imediato, cedeu a posição contratual à Demagre, detida por Júlio Macedo e Pedro Garcez, que, por sua vez, revenderam o prédio à ESAF por 20 milhões de euros - um ano depois, o edifício foi avaliado em 28,4 milhões, o dobro do que encaixaram os CTT. Macedo e Garcez são acusados de seis crimes neste processo, entre os quais um de branqueamento de capitais e dois de corrupção activa. Uma conhecida figura do PS Coimbra, Luís Vilar, está também acusado de corrupção e branqueamento de capitais no mesmo processo do edifício dos Correios.

Além de reclamar a inibição de funções públicas destes arguidos, o Ministério Público preconiza a perda a favor do Estado de todas as quantias entregues aos cinco arguidos para a prática de crimes de corrupção passiva.

No caso de Luís Vilar, foram apreendidos documentos que indiciam a intenção deste cobrar comissões no montante de 444 mil euros que, sugeria, deveriam ser depositados numa conta em Madrid, disponibilizando-se, no entanto, a proceder à respectiva transferência se a verba fosse depositada numa dependência de Coimbra.

O libelo faz menção a um levantamento em numerário numa dependência do Millenium BCP, na Batalha, distrito de Leiria, consumado fora do horário de expediente e com a contabilidade já fechada, contra a entrega de um cheque de um milhão de euros. Outro, de 600 mil euros foi levantado em Lisboa. Alegadamente, estas importâncias terão sido pagas como comissões a alguns dos arguidos que não terão incluído as verbas nas suas declarações fiscais.

No negócio de Coimbra, o MP arquivou as suspeitas de corrupção de que estavam indiciados os dois administradores dos CTT, Horta e Costa e Manuel Baptista.


RAP sobre os casamentos homossexuais!

"Todos os homossexuais que conheço são filhos de casais heterossexuais. A influência de heterossexuais pode condicionar a sexualidade das crianças."

RAP in Sábado, 3 DEZ 2009