terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Ipod com pouca bateria.

A filosofia do ipod com pouca bateria, diz-nos que numa situação em que só temos bateria para 4 ou 5 músicas, vamos escolher impreterivelmente as melhores.

Transpondo para o mundo humano novamente, isto faz-me pensar em muitas coisas...

Quanto tempo é no mundo humano pouca bateria? Será que já nascemos com pouca bateria? Pouca bateria é a partir de que idade?

Para mim é importante saber isto, para que possa a partir daí "passar só as músicas que mais gosto".

Parece-me que esta filosofia pode entrar facilmente em contradição com a das "musicas favoritas". Há aqui o dilema... afinal quanta bateria tenho? e que músicas vou ouvir? as que mais gosto? as que ainda não conheço? as musicas de jazz? Que confusão...

O que significa que eu vou ter que argumentar contra mim próprio, o que até pode vir a ser uma coisa engraçada e estimulante. Portanto, se houver alguém a ler isto e não tiver mais nada que fazer, podia ao menos dizer o que acha das minhas filosofias, testando-as e argumentando.

Só assim serão boas filosofias, à prova de bala!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Frase do dia!




" As coisas mais bonitas e sublimes não são ditas, dão-se a entender!"


... por isso temos que estar atentos, com todos os nossos sentidos. Quando se fala é como se déssemos, a comida já mastigada a outra pessoa, ficando muito provavelmente muita coisa mal dita e outra tanta por dizer porque não há palavras suficientes...

Dá que pensar!

Musicas favoritas...

Tenho agora 2 filosofias que estão a entrar em contradição:

Em primeiro lugar vamos falar da "Filosofia das músicas favoritas".

Trata essencialmente do facto de eu não gostar de ouvir as músicas que mais gosto demasiadas vezes seguidas. Deste modo consigo desfrutar e apreciar a música durante mais tempo.

Com as pessoas passa-se o mesmo, tento não passar muito tempo com as que eu mais gosto para que sempre que estiver com elas seja um momento especial sem cair na rotina de um evento já esperado.

Até aqui sempre fez sentido... até que apareceram aquelas músicas de jazz que a princípio não gostamos ou não achamos nada especial e depois com o tempo, tornam-se no deleite da alma.

Essas músicas têm a capacidade de resistir à ameaça que é a repetição excessiva.

Transpondo para o mundo humano, chego à conclusão que também pode haver pessoas assim.

Eu gostava de ser uma música de jazz, daquelas que se podem ouvir muitas vezes...

Por enquanto, acho que sou uma música pop comercial, e por isso estou sujeito aos perigos da repetição...